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24 de Maio - A FATALIDADE - BREVIÁRIO MAÇÔNICO

Diz-se fatal a consequência de um ato; fatal é sinônimo de conclusão, de terminal e de encerramento.

A fatalidade tem estreita ligação com o livre-arbítrio; é a conclusão de que não se poderá fugir nem contornar.


A filosofia maçônica não aceita a fatalidade, porque basta o ato de iniciação para transformar o destino de um homem.

Existe a "terapêutica do destino": basta contornar uma situação que conduz a um fim desastroso para que o destino se altere; às vezes, uma só palavra de incentivo reanima o maçom e, pleno de esperança, ele foge de uma fatalidade que acreditava impossível de vencer.

A confiança no grupo, a fé no poder da união, a consciência de que o maçom não foi "pinçado" em vão dentre uma multidão afasta o fatal no sentido de um fim sem retorno.

O maçom pode construir o seu próprio destino, basta que siga o que lhe é recomendado e sugerido.


O desespero, esse sim, é um dos caminhos mais seguros para descambar numa fatalidade.

A ciência ocupa-se do bem-estar do corpo; o culto do amor ao próximo resulta na elevação da alma; a glorificação a Deus conduz à realização dos ideais.

 


QUERO ME APROFUNDAR NOS SEGREDOS MAÇÔNICOS




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